Política sobre o formulário de contactos
POLÍTICA DE PRIVACIDADE DO FORMULÁRIO DE CONTACTO
Com esta política, conforme exigido pela legislação em vigor sobre proteção de dados pessoais (artigos 13 e 14 do Regulamento Geral de Proteção de Dados, doravante também RGPD), são fornecidas informações relativas ao tratamento de dados dos utilizadores que desejem contactar a Empresa através do formulário apropriado publicado no site.
QUEM É E COMO CONTACTAR A ENTIDADE RESPONSÁVEL PELO TRATAMENTO DE DADOS
A entidade responsável pelo tratamento de dados é a BKT Europe Srl, na pessoa do seu representante legal pro tempore, com sede jurídica em Viale Bianca Maria 25, 20122 Milão, e sede operacional em Viale della Repubblica 133, 20831 Seregno (MB), número de IVA n.º 05404270968. A Empresa pode ser contactada através do endereço de e-mail [email protected]
QUE DADOS SÃO TRATEDOS
Os dados tratados são os dados de identificação e contacto disponibilizados pelo utilizador através do formulário.
QUAIS SÃO OS OBJETIVOS E AS BASES LEGAIS DO TRATAMENTO?
Os dados pessoais fornecidos pelo utilizador através do formulário adequado são utilizados para responder e gerir o pedido do titular dos dados.
A base legal para o tratamento desses dados é a execução de medidas pré-contratuais adotadas a pedido do titular dos dados e aquelas relacionadas com a execução da relação contratual ou o interesse legítimo da entidade responsável pelo tratamento de dados em dar resposta ao pedido do titular dos dados.
Se o utilizador usar o formulário para solicitar informações, o Responsável, para dar resposta, pode envolver outras empresas do grupo sediadas na Índia e nos EUA ou distribuidores fora da UE. Nesse caso, é necessário o consentimento do titular dos dados para a transferência para o estrangeiro, na ausência de uma decisão de adequação nos termos do Artigo 45, n.º 3, ou de salvaguardas adequadas ao abrigo do Artigo 46, incluindo regras societárias vinculativas. Se o utilizador não der consentimento à transferência, a resposta ao seu pedido pode ser fornecida apenas pelo responsável, com base nas informações disponíveis.
Se necessário, os dados também podem ser usados no legítimo interesse da entidade responsável pelo tratamento de dados para realizar atividades defensivas ou para fazer valer ou defender um direito em tribunal.
QUEM PODE TER CONHECIMENTO DOS DADOS?
Os dados serão tratados por funcionários da Entidade responsável pelo tratamento de dados autorizados para o tratamento.
Os sujeitos externos que poderão ter conhecimento dos dados objeto de tratamento são: fornecedores dos serviços de TI utilizados pela entidade responsável pelo tratamento de dados, Empresa-mãe do serviço de e-mail, fornecedor utilizado para gerir o formulário e consultores jurídicos para a gestão de litígios e assistência jurídica.
Os dados também podem ser conhecidos pela Empresa do Grupo a que a Entidade Responsável pelo Tratamento de Dados pertence e pelos distribuidores da Empresa, caso a sua intervenção seja necessária para responder a pedidos de informação.
Refira-se que alguns dei sujeitos indicados atuam como responsáveis pelo tratamento e que a comunicação aos que atuam como entidades responsáveis pelo tratamento de dados independentes é efetuada por ser estabelecida por lei ou necessária ao cumprimento de obrigações decorrentes da relação contratual ou do interesse legítimo da entidade responsável pelo tratamento de dados, que consiste em intervenções de manutenção da segurança dos sistemas informáticos e na realização de atividades defensivas através de consultores jurídicos.
O titular dos dados pode solicitar à entidade responsável pelo tratamento de dados a lista detalhada dos destinatários dos dados, na medida em que seja possível identificá-los especificamente.
La comunicação é, no entanto, limitada apenas às categorias de dados cuja transmissão seja necessária para o desenvolvimento das atividades e dos objetivos prosseguidos.
COMO SÃO GERIDOS OS DADOS?
Os dados recolhidos são tratados com ferramentas informáticas e em papel, em cumprimento das obrigações de segurança previstas na legislação em vigor para prevenir a perda de dados, o uso ilícito ou incorreto e o acesso não autorizado.
Tempos de conservação
Os dados fornecidos diretamente pelo titular dos dados são conservados pelo tempo estritamente necessário ao tratamento das solicitações.
Todas as necessidades defensivas são reservadas pelo que os dados podem ser conservados para além dos termos indicados.
Transferência de dados para o estrangeiro
A caixa de e-mail transfere dados para fora da União Europeia, transferindo-os para os EUA com garantias adequadas: em particular, a transferência ocorre na presença de uma decisão de adequação da Comissão Europeia (Quadro de Privacidade de Dados).
Para o serviço de e-mail, os dados serão também transferidos para países fora da UE (Índia), na ausência de decisões de adequação da Comissão da UE, mas a transferência será auxiliada por salvaguardas adequadas; in particular, serão utilizadas cláusulas contratuais padrão.
A transferência para as outras Empresas do Grupo, no Canadá, é auxiliada pelas garantias estabelecidas pelo art. 44 e seguintes do RGPD e, precisamente, pelas decisões de adequação da Comissão Europeia. A transferência de dados pessoais para a Índia é amparada por cláusulas contratuais padrão, assinadas com a empresa indiana. Para o tratamento dos pedidos de informação, a transferência de dados ocorre com base no Artigo 49 do RGPD, caso o titular dos dados tenha consentido explicitamente a transferência proposta, após ter sido informado dos possíveis riscos dessas transferências para o titular dos dados, devido à ausência de uma decisão de adequação e de garantias adequadas.
A transferência de dados para outras empresas do grupo sediadas nos EUA e para distribuidores – quando ocorre uma transferência para o estrangeiro com base na sua localização – ocorre ao abrigo do Artigo 49 do RGPD, quando a transferência é necessária para a execução de medidas pré-contratuais adotadas a pedido do titular dos dados ou quando este consentiu explicitamente com a transferência proposta, após ser informado dos possíveis riscos dessas transferências para o titular dos dados, devido à ausência de uma decisão de adequação e garantias adequadas.
O QUE SUCEDE SE OS DADOS NÃO FOREM FORNECIDOS?
O fornecimento dos dados é facultativo mas, na sua falta, não será possível à entidade responsável pelo tratamento de dados dar resposta aos pedidos formulados pelo titular dos dados.
QUAIS SÃO OS DIREITOS DO TITULAR DOS DADOS?
A lei reconhece o direito do titular dos dados solicitar à entidade responsável pelo tratamento de dados o acesso aos dados pessoais e de os corrigir ou eliminar ou limitar o seu tratamento ou de se opor ao seu tratamento, para além do direito à portabilidade dos dados.
O titular dos dados pode invocar os seus direitos a qualquer momento, sem formalidades, contactando a entidade responsável pelo tratamento de dados através do endereço de e-mail [email protected]
Os direitos reconhecidos pela legislação em vigor sobre proteção de dados pessoais são detalhados a seguir.
Relembra-se, em particular, o direito de oposição, ou seja, o direito do titular dos dados se opor a qualquer momento, por motivos relacionados com a sua situação particular, ao tratamento de dados pessoais que lhe digam respeito efetuado por ser necessário para a execução de uma missão de interesse público ou ligada ao exercício dos poderes públicos de que a entidade responsável pelo tratamento de dados é investida ou para a prossecução do interesse legítimo da entidade responsável pelo tratamento de dados ou de terceiros. Se os dados pessoais forem tratados para fins de marketing direto, o titular dos dados tem o direito de se opor a qualquer momento ao tratamento de dados pessoais que lhe digam respeito para esses fins, incluindo a criação de perfis na medida em que esteja relacionado com esse marketing direto.
Com base nas disposições do art.º 22 do RGPD, portanto, o titular dos dados tem o direito de não ser sujeito a uma decisão baseada exclusivamente no tratamento automatizado, incluindo a criação de perfis, que produza efeitos legais sobre ele ou que o afete de forma significativa, salvo se a decisão a) for necessária para a celebração ou execução de um contrato entre o titular dos dados e um controlador; b) esteja autorizada pela lei da União ou do Estado-Membro a que pertence o responsável pelo tratamento de dados, que também especifica as medidas adequadas para proteger os direitos, liberdades e interesses legítimos do titular dos dados; c) baseia-se no consentimento explícito do titular dos dados.
O titular dos dados é também informado de que, se considerar que o tratamento dei seus dados pessoais é efetuado em violação das disposições do RGPD, tem o direito de apresentar uma reclamação à Autoridade de Controlo (art.º 77 do Regulamento) ou de intentar ações judiciais (art.º 79 do Regulamento).
Esta política de privacidade foi atualizada pela última vez a 18 de fevereiro de 2026