Tratamento de dados para fins de marketing

 

Os utilizadores que fornecem os seus dados pessoais através do formulário têm a oportunidade de decidir se autorizam ou não o uso de tais informações para fins de marketing. O tratamento de dados para esta finalidade, se autorizado, é realizado pela BKT Europe Srl, responsável pelo tratamento, de acordo com as especificações estabelecidas abaixo.

No que diz respeito a informações sobre o tratamento associado às páginas e contas sociais da Empresa, recomendamos leitura da “política sobre redes sociais” que o titular dos dados pode consultar através do link no rodapé do site.

 


 

QUEM É E COMO CONTACTAR A ENTIDADE RESPONSÁVEL PELO TRATAMENTO DE DADOS

A Entidade responsável pelo tratamento de dados para fins de marketing é a BKT Europe Srl, na pessoa de seu representante legal pro tempore, com sede em Viale Bianca Maria 25, 20122 Milão, e sede operacional em Viale della Repubblica 133, 20831 Seregno (MB), número de identificação IVA n.º 05404270968. A Empresa pode ser contactada através do endereço de e-mail [email protected]

 


 

QUAIS SÃO OS DADOS TRATADOS

Os dados tratados são os dados de identificação e contacto fornecidos pelo utilizador através do preenchimento do formulário adequado.
A plataforma utilizada pela entidade responsável pelo tratamento de dados para o envio de e-mails permite, através de sistemas de rastreamento, detetar informações como a abertura de uma mensagem, os cliques efetuados nas hiperligações contidas no e-mail, a partir de que endereço IP ou com que tipo de navegador é aberto o e-mail, e outros detalhes semelhantes.

 


 

QUAIS SÃO OS OBJETIVOS E AS BASES LEGAIS DO TRATAMENTO?

Os dados pessoais fornecidos pelo utilizador através do formulário adequado são utilizados para fins de marketing (ou seja, para envio de material publicitário ou de venda direta ou para realização de pesquisas de mercado ou comunicação comercial da atividade e dei serviços oferecidos pela entidade responsável pelo tratamento de dados através de meios tradicionais, como o contacto telefónico com operadores, bem como meios automáticos, como e-mail, SMS e outros tipos de mensagens, também através de MD nas redes sociais a que se refere a conta do utilizador no caso indicado).
A base legal para o tratamento de dados é o consentimento (Art. 6, lit. a GDPR), que pode ser revogado a qualquer momento. A retirada do consentimento não afeta a legalidade do processamento previamente realizado. O utilizador que prestar o consentimento receberá uma confirmação por e-mail.
Qualquer consentimento dado para fins de marketing, com base no art. 130, parágrafos 1 e 2, do Decreto Legislativo 196/2003 (Código de Privacidade), implica a receção de comunicações e materiais promocionais e comerciais, não só através dos meios de contacto automatizados, mas também através dos métodos tradicionais, como o correio em papel ou chamadas através de operadores.
A plataforma utilizada para o envio de e-mails permite, através de sistemas de rastreamento, detetar informações como a abertura de uma mensagem, os cliques efetuados nas hiperligações contidas no e-mail, a partir de que endereço IP ou com que tipo de navegador é aberto o e-mail, e outros detalhes semelhantes. Estas informações são utilizadas pelo responsável pelo tratamento de dados com o único propósito de eliminar utilizadores inativos da lista de contactos; a base jurídica, portanto, é o interesse legítimo da entidade responsável pelo tratamento de dados em manter apenas contactos ativos (art.º 6, alínea f) RGPD). Não é realizada qualquer criação de perfis, mas os utilizadores podem ser catalogados para serem segmentados por setores de interesse, país e papel profissional (num contexto orientado para B2B), com base no interesse legítimo da entidade responsável pelo tratamento de dados em melhorar, quando necessário, a comunicação e os serviços oferecidos.
Se necessário, os dados também podem ser utilizados no contexto do interesse legítimo da Entidade responsável pelo tratamento de dados, que consiste em verificar a segurança e o bom funcionamento dei sistemas informáticos utilizados e na realização de atividades de defesa em tribunal.

 


 

COMO SÃO GERIDOS OS DADOS?

Os dados recolhidos são tratados com ferramentas informáticas e são residualmente em papel. São adotadas medidas de segurança adequadas para evitar a perda de dados, a utilização ilícita ou incorreta e o acesso não autorizado.

 

Transferência dos dados para o estrangeiro

A caixa de e-mail transfere dados para fora da União Europeia, transferindo-os para os EUA com garantias adequadas: in particular, a transferência ocorre na presença de uma decisão de adequação da Comissão Europeia (Quadro de Privacidade de Dados).
Para o serviço de e-mail, os dados serão também transferidos para países fora da UE (Índia), na ausência de decisões de adequação da Comissão da UE, mas a transferência será auxiliada por salvaguardas adequadas; in particular, serão utilizadas cláusulas contratuais padrão.
Para a gestão de campanhas de marketing, os dados serão transferidos para o estrangeiro (EUA) na presença de uma decisão de adequação da Comissão Europeia; in particular, usamos o Quadro de Privacidade de Dados ao qual o fornecedor adere.

 

Tempos de conservação

Os dados são armazenados até qualquer pedido de objeção por parte do utilizador e, em qualquer caso, não mais de dois anos a partir da prestação do consentimento para o tratamento.
Todas as necessidades defensivas são reservadas pelo que os dados podem ser conservados para além dos termos indicados.

 


 

O QUE SUCEDE SE OS DADOS NÃO FOREM FORNECIDOS?

O fornecimento de dados é opcional. Na ausência disso, não será possível utilizá-los para os fins de marketing descritos. Note-se que o utilizador pode decidir fornecer dados apenas para as finalidades relacionadas com o envio do pedido através do formulário, sem autorizar o tratamento de dados para fins de marketing.

 


 

QUEM PODE TER CONHECIMENTO DOS DADOS?

Os dados serão tratados pelo pessoal da Entidade responsável pelo tratamento de dados autorizado para o tratamento.
Os dados podem ser conhecidos pelas Autoridades competentes no caso de pedidos específicos aos quais a Entidade responsável pelo tratamento de dados seja obrigado, por lei, a acompanhar e pelas empresas que fornecem serviços de fornecimento de TI, pela Empresa-mãe do serviço de e-mail, por agências de publicidade, pelo fornecedor utilizado para gerir o formulário e as campanhas de marketing e por consultores para a gestão de litígios e para assistência jurídica em caso de litígios para os quais o seu envolvimento fosse necessário.
Note-se que alguns dos sujeitos indicados operam como responsáveis pelo tratamento de dados e outros como subcontratantes e que a comunicação àqueles que operam como responsáveis independentes pelo tratamento de dados é feita porque é exigida por lei ou necessária para implementar as obrigações decorrentes da relação pré-contratual ou do interesse legítimo da entidade responsável pelo tratamento de dados que consistem na manutenção da segurança dei sistemas informáticos e na realização de atividades defensivas.
O titular dos dados pode solicitar à entidade responsável pelo tratamento de dados a lista detalhada dos destinatários dos dados, na medida em que seja possível identificá-los especificamente.
Note-se que a comunicação de dados pessoais está, em qualquer caso, limitada apenas às categorias de dados cuja transmissão é necessária para o exercício das atividades e finalidades prosseguidas.

 


 

QUAIS SÃO OS DIREITOS DO TITULAR DOS DADOS?

A lei reconhece o direito do titular dos dados de solicitar à entidade responsável pelo tratamento o acesso aos dados pessoais e a retificação ou apagamento dos mesmos ou a limitação do tratamento que lhe diga respeito ou de se opor ao seu tratamento, bem como o direito à portabilidade dos dados.

 

Em particular, tenha em atenção a possibilidade de se opor ao tratamento de dados efetuado para fins de marketing.

 

O titular dos dados pode invocar os seus direitos a qualquer momento, sem formalidades, contactando a entidade responsável pelo tratamento de dados através do endereço de e-mail [email protected]

 

Os direitos reconhecidos pela legislação em vigor sobre proteção de dados pessoais são detalhados a seguir.

  • O direito de acesso, ou seja, o direito de obter da entidade responsável pelo tratamento de dados a confirmação se os dados pessoais relativos a ele estão a ser tratados ou não e, neste caso, de obter acesso aos dados pessoais e às seguintes informações: a) as finalidades do tratamento; b) as categorias de dados pessoais em questão; c) os destinatários ou categorias de destinatários a quem os dados pessoais foram ou serão comunicados, nomeadamente se forem destinatários de países terceiros ou de organizações internacionais; d) quando possível, o período de conservação dos dados pessoais previsto ou, se não for possível, os critérios utilizados para determinar esse período; e) a existência do direito do titular dos dados de pedir à entidade responsável pelo tratamento que retifique ou apague dados pessoais ou limite o tratamento de dados pessoais que lhe digam respeito ou se oponha ao seu tratamento; f) o direito de apresentar queixa a uma autoridade de controlo; g) se os dados não forem coletados do titular dos dados, todas as informações disponíveis sobre sua origem; h) a existência de um processo automatizado de tomada de decisão, incluindo perfis e, pelo menos nesses casos, informações significativas sobre a lógica utilizada, bem como a importância e as consequências esperadas desse tratamento para o titular dos dados. Em caso de transferência de dados pessoais para um país terceiro ou organização internacional, o titular dos dados tem o direito de ser informado da existência de garantias adequadas em relação à transferência.
  • O direito de retificação, ou seja, o direito de obter da entidade responsável pelo tratamento de dados a retificação de dados pessoais incorretos relacionados, sem atrasos indevidos. Tendo em conta os objetivos do tratamento, o titular dos dados tem o direito de obter a integração dei dados pessoais incompletos, também mediante a apresentação de declaração complementar.
  • O direito de cancelamento, ou seja, o direito de obter da entidade responsável pelo tratamento de dados o cancelamento de dados pessoais incorretos relacionados, sem atrasos indevidos se: a) os dados pessoais não são mais necessários em relação aos fins para os quais foram recolhidos ou de outra forma tratados; b) o titular dos dados revoga o consentimento em que se baseia o tratamento e se não houver outra base legal para o tratamento; c) o titular dos dados opõe-se ao tratamento realizado por ser necessário para a execução de uma missão de interesse público ou ligada ao exercício de poderes públicos de que o titular esteja investido ou para a prossecução de interesse legítimo e não houver prevalecimento legítimo razão para prosseguir com o tratamento ou opor-se ao tratamento para fins de marketing direto; d) os dados pessoais foram tratados ilegalmente; e) os dados pessoais devem ser eliminados para cumprir uma obrigação legal ao abrigo da legislação da União ou do Estado-Membro a que o responsável pelo tratamento está sujeito; f) os dados pessoais foram recolhidos em relação à oferta de serviços da sociedade da informação a menores. No entanto, o pedido de cancelamento não pode ser aceite se o tratamento for necessário: a) para o exercício do direito à liberdade de expressão e informação; b) para o cumprimento de uma obrigação legal que exija o tratamento previsto na legislação da União ou do Estado-Membro a que está sujeita a entidade responsável pelo tratamento ou para o desempenho de uma missão de interesse público ou no exercício da autoridade pública da qual o controlador de dados é investido; c) por razões de interesse público do setor público de saúde; d) para fins de arquivo de interesse público, para fins de investigação científica ou histórica ou para fins estatísticos, na medida em que o cancelamento implique a impossibilidade ou comprometa seriamente a realização dos objetivos desse tratamento; ou e) para avaliação, exercício ou defesa de direito em juízo.
  • O direito de limitação, ou seja, o direito de limitar que os dados sejam tratados, exceto para armazenamento, apenas com o consentimento do titular dos dados ou para a avaliação, exercício ou defesa de um direito em tribunal ou para proteger os direitos de outra pessoa física ou jurídica ou por razões de interesse público significativo da União ou de um Estado-Membro se: a) o titular dos dados contesta a exatidão dos dados pessoais, pelo período necessário para que o controlador dos dados verifique a exatidão desses dados pessoais; b) o tratamento é ilegal e o titular dos dados se opõe ao cancelamento dei dados pessoais e, em vez disso, solicita que o seu uso seja limitado; c) embora o responsável pelo tratamento já não necessite deles para efeitos de tratamento, os dados pessoais são necessários para que o titular dos dados apure, exerça ou defenda um direito em tribunal; d) o titular dos dados se opôs ao tratamento realizado por ser necessário para a execução de uma tarefa de interesse público ou ligada ao exercício de autoridade pública investida no titular ou para a prossecução do interesse legítimo do controlador de dados ou de terceiros das partes, enquanto se aguarda a verificação da possível prevalência das razões legítimas da entidade responsável pelo tratamento em relação às do titular dos dados.
  • O direito à portabilidade, ou seja, o direito de receber em um formato estruturado, comumente usado e legível por um dispositivo automático, os dados pessoais relativos a ele fornecidos aa entidade responsável pelo tratamento de dados e o direito de transmitir tais dados a outra entidade responsável pelo tratamento de dados sem impedimentos do titular a quem ele os forneceu, bem como o direito de obter a transmissão direta de dados pessoais de um proprietário para outro, se tecnicamente viável, se o tratamento for baseado num consentimento ou num contrato e o tratamento for realizado através de meios automatizados. Este direito não afeta o direito de cancelamento.

Relembra-se, em particular, o direito de oposição, ou seja, o direito do titular dos dados se opor a qualquer momento, por motivos relacionados com a sua situação particular, ao tratamento de dados pessoais que lhe digam respeito efetuado por ser necessário para a execução de uma missão de interesse público ou ligada ao exercício dos poderes públicos de que a entidade responsável pelo tratamento de dados é investida ou para a prossecução do interesse legítimo da entidade responsável pelo tratamento de dados ou de terceiros. Se os dados pessoais forem tratados para fins de marketing direto, o titular dos dados tem o direito de se opor a qualquer momento ao tratamento de dados pessoais que lhe digam respeito para esses fins, incluindo a criação de perfis na medida em que esteja relacionado com esse marketing direto.

 

Com base nas disposições do art.º 22 do RGPD, portanto, o titular dos dados tem o direito de não ser sujeito a uma decisão baseada exclusivamente no tratamento automatizado, incluindo a criação de perfis, que produza efeitos legais sobre ele ou que o afete de forma significativa, salvo se a decisão a) for necessária para a celebração ou execução de um contrato entre o titular dos dados e um controlador; b) esteja autorizada pela lei da União ou do Estado-Membro a que pertence o responsável pelo tratamento de dados, que também especifica as medidas adequadas para proteger os direitos, liberdades e interesses legítimos do titular dos dados; c) baseia-se no consentimento explícito do titular dos dados.

 

O titular dos dados é também informado de que, se considerar que o tratamento dei seus dados pessoais é efetuado em violação das disposições do RGPD, tem o direito de apresentar uma reclamação à Autoridade de Controlo (art.º 77 do Regulamento) ou de intentar ações judiciais (art.º 79 do Regulamento).

 

Esta política de privacidade foi atualizada pela última vez a 20 de fevereiro de 2026

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